Em
recente pesquisa realizada obteve-se um resultado estarrecedor. Ficou
evidenciado que 94,4% dos empregados não estão satisfeitos
com o seu momento profissional. A pesquisa colheu a opinião de
4.200 internautas dos mais diversos níveis e foi realizada também,
na Argentina, Chile, Espanha, Venezuela e México. Em todos os
países o nível de insatisfação aparece elevado.
No México, por exemplo, cerca de 90% dos pesquisados gostariam
de uma nova colocação profissional, enquanto a Espanha
foi o país que apresentou um menor índice, 71%.
Esta situação é gerada pelos mais diversos motivos
como, por exemplo:
insatisfação com o ambiente de trabalho;
relação empregador x empregado;
formação incompatível;
diversidade de educação;
exigências de perfil diferente do existente no mercado;
falta de comprometimento do empregador e do empregado;
necessidade de se integrar ao mercado de trabalho;
falta de desenvolvimento e de treinamento;
melhor avaliação do perfil do indivíduo visando
adequação na estrutura e;
salários incompatíveis com as necessidades de sobrevivência.
Poderíamos listar, ainda, uma centena de motivos que levam à
existência da insatisfação. Mas, e o que fazer?
A solução para reverter esse quadro de insatisfação
deve vir de ambas as partes, ou seja, empregado e empregador devem repensar
as suas relações de trabalho. Devem ter e criar uma consciência
sobre o assunto, discutir, avaliar, elaborar um “plano”
e colocá-lo em prática. Precisamos dar mais valor para
aqueles que mantêm o nosso negócio, avalia o Consultor
Arnaldo Piegel. É um processo que precisa ser iniciado nas Organizações
de menor porte, pois só assim se conseguirá depurar o
quadro funcional obtendo um melhor nível de satisfação,
qualidade de serviço e de resultados. Pelo lado do empregado,
o mesmo poderá visualizar um novo rumo para sua vida profissional.
Arnaldo Piegel, Diretor da A. PIEGEL Soluções Corporativas,
Janeiro/2008
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