Sentimos
cada vez mais perto de nós que a gestão das empresas,
precisam se adequar às leis de mercado. Observamos hoje, que
o mercado quer uma resposta diferente dessas Instituições.
Quer que elas se assemelhem, conceitualmente, às grandes empresas
que concorrem com seus produtos.
Nesse
segmento, o mercado está exigindo uma postura diferente. Ou seja,
ser melhor que o concorrente significa ser percebido pelo cliente como
a melhor opção dentre os produtos ou serviços disponíveis.
Considerando que os serviços prestados por uma empresa é
igual a outra, o que nos levaria a decidir por uma delas? A resposta
mais natural é que a decisão recaia em favor daquele que
exigirá de nós, menos esforço para satisfazer a
nossa necessidade. A decisão de buscar outra empresa só
será verdadeira, se tivermos um diferencial como, por exemplo,
tenha um melhor atendimento, gere uma melhor satisfação
ao cliente, melhor estrutura física e operacional ou ainda, uma
melhor credibilidade perante a sociedade de uma maneira em geral. Fica
cada vez mais claro, que as empresas devem estar constantemente avaliando
o custo e benefício na percepção do cliente.
Quando
analisado sob a ótica comercial, o serviço prestado ou
o produto produzido por uma empresa é considerado como um serviço
básico ou produto alternativo, ou seja, apresenta como característica
o preço equivalente à média de preços praticados
no segmento.
Portanto,
a estratégia a ser adotada, independentemente de obter o maior
lucro, resume-se em: (a) buscar a redução de seus custos
e (b) aumentar o valor percebido pelos seus clientes, no serviço
prestado ou produto ofertado.
Em
outras palavras, isto quer dizer que as empresas precisam adotar uma
gestão estratégica que enfatize uma constante avaliação
das mudanças que estão acontecendo no segmento, uma reflexão
contínua sobre as tendências que estas transformações
apresentam e seu impacto potencial no negócio, acompanhadas de
alterações na forma de condução da empresa,
ou seja, em sua estratégia competitiva.
Arnaldo Piegel, Diretor da A. PIEGEL Soluções Corporativas,
Julho de 2007
Voltar