As
práticas da Avaliação do Desempenho não
são novas. Desde que um homem deu um emprego ao outro, seu trabalho
passou a ser avaliado. No mercado de trabalho, a primeira experiência
que se tem notícia, data de 1.842, junto ao Serviço Público
Federal dos EUA. Em 1.880, o exército americano passou a fazer
uso do Sistema. E em 1918, a General Motors já tinha em sistema
de avaliação para os seus executivos.
Durante muito tempo, os administradores preocuparam-se exclusivamente
com a eficiência da máquina como meio de aumentar a produtividade
da empresa. O homem era visto como um objeto moldável aos interesses
da organização e facilmente manipulável, uma vez
que se acreditava ser motivado exclusivamente por motivos salariais
e econômicos.
Hoje,
a preocupação das empresas está, cada vez mais,
centrada na satisfação do homem no trabalho para que produza
melhor. Para que possa ocorrer um direcionamento adequado, a "Avaliação
de Desempenho" tem sido uma ferramenta muito útil aos administradores.
Isto porque é um procedimento que avalia e estimula o potencial
dos funcionários na empresa. O esforço individual é
direcionado pelas capacidades e habilidades do indivíduo e pelas
percepções que ele tem do papel a desempenhar e de as
recompensas dependerem do seu esforço.
A
responsabilidade pelo processamento da verificação, medição
e acompanhamento do desempenho humano é atribuída ao superior
imediato. A definição do que e como fazer é da
administração geral ou do responsável pela área
de Recursos Humanos. A empresa precisa definir um "Norte".
Da
mesma forma que esta ferramenta melhora a satisfação do
Colaborador, fazendo com que ele trabalhe melhor e mais motivado, apresenta
melhores resultados para a Organização e, principalmente,
a melhora na satisfação do Cliente.
O
grande diferencial dos prestadores de serviço está no
atendimento e na satisfação do Cliente. Portanto, o uso
dessa ferramenta pode fazer a diferença.
Arnaldo Piegel, Diretor da A. PIEGEL Soluções Corporativas,
Maio de 2007
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